Por Luciana Betenson
Eu amo, adoro, idolatro sopas frias. Só que aqui em casa ninguém curte sopa, seja fria ou quente, e é uma batalha para convencê-los a experimentar uma receita nova. Então, esqueço de fazê-las (acabo me contentando em ver as sopas frias da Fer, que faz umas óóóótimas).
Mas outro dia meu apetite pelas sopas frias voltou à toda, depois do jantar de degustação de vinhos da nossa Turma do Vinho na casa do Jacques e da Ariane. A combinação da origem francesa do Jacques com a origem catalã da Ariane resultou em um jantar maravilhoso, onde as estrelas foram a sopa fria de entrada e o coq-au-vin de prato principal (a degustação propriamente dita é feita antes do jantar, só com pãozinho).
Fiquei meio passada, pois acho que entendo um pouco (não muito tá gente?) dos sabores da culinária e nunca, nunca, tinha ouvido falar nesta sopa.... não era gazpacho, não era vichysoisse... era OUTRA sopa fria de berço catalão até bem conhecida por lá, o salmorejo. Me apaixonei por esta sopa fresquinha, acompanhada da “sustância” do ovo cozido ralado e da “crocância” do presunto pata negra em pedacinhos sobre ela.
Fui às pesquisas e coincidentemente achei uma receita muito legal de salmorejo no blog da Fer mesmo :-) Me inspirei nela. Fui ao sex shop em SP (Santa Luiza, já expliquei aqui!) especialmente para comprar o vinagre de jerez e um micropedaço do pata negra (os olhos da cara, socorro...). A sopa ficou ótima, muito parecida com a original que comemos na casa dos amigos. É uma delícia para este calorzão do Verão!
Salmorejo
1, 5 kg de tomates bem maduros
3 dentes de alho
1/3 xíc (chá) de azeite extravirgem
1/4 xíc (chá) de vinagre de jerez
1 col (chá) rasa de sal
250 gr de pão au levain (ou pão italiano, ou outro do tipo)
Colocar o pão de molho na água por uns 10 minutos. Bater os tomates e o alho no liquidificador e passar por uma peneira. Levar de volta ao liquidificador e acrescentar o pão, o azeite, o vinagre e o sal; bater até chegar na consistência desejada. Servir com ovos cozidos picadinhos ou ralados e presunto cru em cubinhos. Rende de 8 a 10 porções.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Mousse de goiabas vermelhas
Por Adriana Haddad
1 e ½ copo de iogurte natural
Descasque as goiabas e, com uma colher, retire a polpa (sementes) e reserve. Leve a água ao fogo para esquentar e hidrate a gelatina. Bata as goiabas (sem cascas e sem sementes) no liquidificador com o iogurte, o copo de açúcar, a gelatina hidratada e as raspas de limão. Coloque em uma vasilha e leve a geladeira por no mínimo 6 horas. Para fazer a calda, passe a polpa separada em uma peneira, junte as 2 colheres de açúcar e leve ao fogo até ferver, deixe por 1 minuto e desligue. Leve à geladeira. Quando esfriar, coloque a calda sobre a mousse e sirva geladinha :o)
Nos anos 90 eu aprendi a fazer essa mousse de goiaba com a tia Carmo, a mesma que me ensinou o bolo “diet”, e me entreguei a ela... Fiz inúmeras vezes e, para falar a verdade, peguei um bode que só me passou há pouquíssimo tempo, quando comecei a valorizar muito mais essa fruta refrescante, linda e lotada de vitamina C. Eu amo goiabada em todas as versões: pasta, cascão, dura... mas essa receita é light e saborosíssima! Fiz no meu aniversário e, com esse calor, nada mais convidativo...
Mousse de goiabas vermelhas
1 copo de açúcar + 2 col (sopa) de açúcar
2 envelopes de gelatina sem sabor
1 copo de água
1 colher de sopa bem cheia de raspas de limão1 e ½ copo de iogurte natural
Descasque as goiabas e, com uma colher, retire a polpa (sementes) e reserve. Leve a água ao fogo para esquentar e hidrate a gelatina. Bata as goiabas (sem cascas e sem sementes) no liquidificador com o iogurte, o copo de açúcar, a gelatina hidratada e as raspas de limão. Coloque em uma vasilha e leve a geladeira por no mínimo 6 horas. Para fazer a calda, passe a polpa separada em uma peneira, junte as 2 colheres de açúcar e leve ao fogo até ferver, deixe por 1 minuto e desligue. Leve à geladeira. Quando esfriar, coloque a calda sobre a mousse e sirva geladinha :o)
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Muffins salgados de cenoura feitos com papinha de bebê
Por Luciana Betenson
Mais uma contribuição super interessante da Stephanie!
Lu, então aqui vai a receita dos muffins de cenoura! Como havia comentado, aqui na região em que moro as pessoas amam comer salgado e doce ao mesmo tempo, aliás, acho que é um costume bem americano e europeu. Enfim, já vi servirem esses muffins como acompanhamento de carne... mas os meus filhos preferem comer de lanche mesmo! Ah, esses muffins são feitos com papinha de bebê de cenoura! É muito fácil e a textura é bem lisinha, bem ao gosto infantil.
Eu normalmente uso uma forma de muffins normal com forminhas de papel ou de alumínio... mas já faz um tempo que comprei essa forma diferente para muffins, em formato de rosas! E você viu como ficam bonitos os muffins! A marca da forma é Nordic Ware, as formas dessa marca são magníficas...entre no site deles e você verá coisas super interessantes... eu tenho algumas e realmente são o máximo!
Então agora vamos à receita.
Muffins salgados de cenoura
1 xíc (chá) de açúcar
1 xíc (chá) de farinha
¾ xíc (chá) de óleo
325 g (aproximadamente, pois o potinho americano term 12 ounces) de papinha de cenoura pra bebês
1 (col) chá de bicarbonato de sódio1 col (chá) de canela em pó
2 ovos grandes
Aqueça o forno a 180º C. Bata na batedeira o açúcar, a farinha e o óleo. Junte os potinhos de papinha de cenoura. Adicione o bicarbonato de sódio, a canela e os ovos. Bata tudo por mais uns três minutos até que a mistura fique cremosa. Coloque a massa nas forminhas de muffins até quase encher cada forminha. Se não estiver usando forminhas de papel, unte-as primeiro. Asse por 30 minutos ou até que o palito saia limpo. Retire-os do forno e deixe-os esfriar um pouco. A receita deve render de 12 a 14 muffins.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Horiatiki Salata, salada grega do campo
Por Luciana Betenson
Na viagem a Nova York, fomos jantar em um restaurante grego bem gostoso, o Molyvos. Já falei dele neste post. Lá comemos uma salada deliciosa na sua simplicidade de ingredientes de qualidade e pouquíssimos temperos. Tentei reproduzi-la em casa e acho que fui bem feliz, modéstia à parte ;-) Fiz para acompanhar um churrasco e não sobrou um pedacinho de tomate ou pepino para contar história. Quem provou, sabe!
O segredo é mesmo usar ingredientes de boa qualidade. Usei uns tomates-cereja bem vermelhinhos e doces, nada ácidos; um bom queijo feta, azeitonas pretas kalamata gregas e um bom azeite extra-virgem. A receita segue, é a minha versão da salada típica grega country-style, chamada Horiatiki Salata.
Horiatiki Salata
2 copos de tomates-cereja
2 col (sopa) de cebola em fatias bem finas
½ copo de azeitonas pretas sem caroço cortadas em quatro
azeite extra-virgem
sal (se achar necessário, não pus)
Fatiar as cebolas e passá-las na água fervente ou deixá-las de molho em água com gelo por alguns minutos (para tirar a acidez). Cortar os pepinos em palitos. Fatiar os tomates ao meio. Cortar o queijo feta em cubos. Juntar todos os ingredientes, com cuidado para não desmanchar muito o queijo, e temperar com azeite e sal (não achei necessário por sal, o queijo já é bem salgado).
terça-feira, 3 de novembro de 2009
A experiência gastronômico-sensorial no Moto de Chicago
Por Luciana Betenson
Jantar no Moto de Chicago foi uma experiência tão incrível que merece um post exclusivo para ela.
Primeiro, o lugar. É minimalista total! Paredes escuras, em tons de verde e marrom, sem quadros, apenas dois arranjos de galhos secos enfeitam o ambiente. Móveis de linhas limpas e retas. Nas mesas, só um guardanapo e um copo marcam os lugares. Penumbra. A mensagem que passa é: “você está aqui para prestar atenção à comida e só”!
O restaurante é a cara do seu chef executivo, Homaro Cantu, que aos 29 anos é um dos mais aclamados chefs dos EUA, um verdadeiro cientista da comida que vê sua cozinha como laboratório. Ele utiliza equipamentos e técnicas modernas da chamada cozinha molecular (como esferificação, câmara de dióxido de carbono, etc.) e até uma impressora 'jato de tinta' (que ele inventou!) que usa sucos e caldos no lugar da tinta e imprime em papel comestível. Ele já criou, por exemplo, um biscoito da fortuna no qual você come o biscoito e também o papel com sua sorte que vem dentro dele.
Funciona assim: você reserva e escolhe se quer o menu composto por 10 ou 20 pratos. Escolhemos o de 10 pratos, que leva cerca de duas horas e meia para ser degustado. É bastante coisa, as porções têm um tamanho muito bom para você sair satisfeito e feliz. (E olha que eu como bem!)
Primeiro recebemos o menu, impresso em uma folha finíssima de garlic bread. Sim, para ler e comer. Couvert :-) Em seguida os pratos vão chegando. Surpresas para os olhos, são explicados em detalhes por uma equipe na qual cada chef é um garçom e vice-versa, já que se alternam na função da preparação dos pratos e no serviço das mesas. Você vê claramente que estão orgulhosíssimos de fazer parte daquilo.
São o camadas de textura, sabor e imaginação em cada mordida. É nesta hora que entendemos porque o Moto faz tanto sucesso. O segredo é que o chef Homaro Cantu, entre todas suas experiências, não perde de vista o que nos traz de fato à mesa – uma comida deliciosa. Nas suas palavras, “fazer uma comida gostosa é prioridade, mais importante do que experimentos científicos”.
E era tudo super gostoso mesmo!! (Que coisa, acho que eu tinha um pouco de preconceito desta cozinha ‘molecular, esférica e espumosa’...)
O MENU
2. INSTANT risotto
Um filé de peixe delicioso acompanhado de cereais crocantes de arroz que explodiam na boca.
3. GRUYERE and onions
Uma sopa de cebola caramelada acompanhada de uma torrada feita de gruyere.
4. SEARED buffalo hot wings
A ordem era comer primeiro o papel, com desenho de um prato de Buffalo wings. (Obs. Buffalo wings é uma espécie de frango a passarinho americano, frito e bem apimentado, que dizem ter sido criado na cidade de Buffalo em NY). O papel era beeem apimentado! Em seguida, comíamos uma carne de pato desfiada com fatias de peito de peru por cima.
5. CUBAN cigar
Um charuto de folha de uva com lacre e tudo, recheado de carne de porco, vinha em um cinzeiro verdadeiro e as cinzas eram de orégano!
6. REUBEN lasagna
Uma lasanha que recriava o conhecido sanduíche Reuben (aquele de pastrami, que inspirou o sanduíche de mortadela do Mercadão).
7. MEXICAN cannoli
Super interessante, realmente enganava, os olhos viam um cannoli doce, mas era de fato uma tortilla, recheada de carne e coberta com chantilly de queijo e mole poblano, molho escuro típico mexicano feito com sementes de cacau (resolvi finalmente acionar o flash...)
8. HAPPY face
Mousse de maracujá com chocolate, calda de frutas vermelhas e umas nuts moídas.
9. CORN cake
Um bolinho de milho bem saboroso, não me lembro o sabor da espuma, da geléia e das nuts...
10. MILK CHOCOLATE forms
Era um combinado de três sobremesas, muito legal. O primeiro era um mini-cheeseburger feito de macarons no lugar do pão, hamburger de chocolate, queijo de banana, ketchup de geléia e alface... de verdade. O segundo era algo relacionado a uma mousse de chocolate (não lembro bem) e o terceiro um ACME S’mores. (Obs. este exige uma explicação: s’more é o doce servido nos EUA e no Canadá nos acampamentos ou encontros em volta da fogueira. É um marshmallow derretido no fogo que é então colocado entre duas bolachas Graham crackers barradas de chocolate. ACME vocês lembram, são aqueles produtos que apareciam nos desenhos animados do Looney Tunes). Ou seja, nosso ACME s’more era uma bomba (igual de desenho animado do Pernalonga e do Pica-pau mesmo) feita de chocolate, com recheio de bolacha líquida e pavio de marshmallow, que o garçom acendia assim que a bomba chega à mesa. Uma delícia para encerrar a noite!! As duas últimas fotos abaixo não são minhas, são emprestadas daqui e daqui.
Jantar no Moto de Chicago foi uma experiência tão incrível que merece um post exclusivo para ela.
Primeiro, o lugar. É minimalista total! Paredes escuras, em tons de verde e marrom, sem quadros, apenas dois arranjos de galhos secos enfeitam o ambiente. Móveis de linhas limpas e retas. Nas mesas, só um guardanapo e um copo marcam os lugares. Penumbra. A mensagem que passa é: “você está aqui para prestar atenção à comida e só”!
Funciona assim: você reserva e escolhe se quer o menu composto por 10 ou 20 pratos. Escolhemos o de 10 pratos, que leva cerca de duas horas e meia para ser degustado. É bastante coisa, as porções têm um tamanho muito bom para você sair satisfeito e feliz. (E olha que eu como bem!)
Primeiro recebemos o menu, impresso em uma folha finíssima de garlic bread. Sim, para ler e comer. Couvert :-) Em seguida os pratos vão chegando. Surpresas para os olhos, são explicados em detalhes por uma equipe na qual cada chef é um garçom e vice-versa, já que se alternam na função da preparação dos pratos e no serviço das mesas. Você vê claramente que estão orgulhosíssimos de fazer parte daquilo.
São o camadas de textura, sabor e imaginação em cada mordida. É nesta hora que entendemos porque o Moto faz tanto sucesso. O segredo é que o chef Homaro Cantu, entre todas suas experiências, não perde de vista o que nos traz de fato à mesa – uma comida deliciosa. Nas suas palavras, “fazer uma comida gostosa é prioridade, mais importante do que experimentos científicos”.
E era tudo super gostoso mesmo!! (Que coisa, acho que eu tinha um pouco de preconceito desta cozinha ‘molecular, esférica e espumosa’...)
Observação necessária #1: não gosto normalmente de usar flash, assim a falta de luz comprometeu as fotos, tive que fazer ajustes (algumas parecem de criptonita, desculpem, culpa do Picasa).
Observação necessária #2: simplesmente não lembrei de anotar as descrições dos pratos, ‘tim-tim por tim-tim’ – assim, se alguém perceber que errei na descrição, ou se souber acrescentar algo às descrições, por favor o faça!
(um dos pratos, o House-made pequin capon não estava disponível e foi trocado por outro, ver abaixo)
1. DENVER OMELET and muffin
Um café da manhã típico americano. (Obs. o Denver omelet é muito encontrado nos cardápios do meio-Oeste americano, normalmente acompanhado por hashbrowns, espécie de ‘cubos’ fritos de purê de batatas). O nosso Denver Omelet era feito de cenoura. Acompanhava um hashbrown e um muffin que agora não me lembro o sabor, infelizmente, mas era bããão!
2. INSTANT risotto
Um filé de peixe delicioso acompanhado de cereais crocantes de arroz que explodiam na boca.
3. GRUYERE and onions
Uma sopa de cebola caramelada acompanhada de uma torrada feita de gruyere.
4. SEARED buffalo hot wings
A ordem era comer primeiro o papel, com desenho de um prato de Buffalo wings. (Obs. Buffalo wings é uma espécie de frango a passarinho americano, frito e bem apimentado, que dizem ter sido criado na cidade de Buffalo em NY). O papel era beeem apimentado! Em seguida, comíamos uma carne de pato desfiada com fatias de peito de peru por cima.
5. CUBAN cigar
Um charuto de folha de uva com lacre e tudo, recheado de carne de porco, vinha em um cinzeiro verdadeiro e as cinzas eram de orégano!
6. REUBEN lasagna
Uma lasanha que recriava o conhecido sanduíche Reuben (aquele de pastrami, que inspirou o sanduíche de mortadela do Mercadão).
7. MEXICAN cannoli
Super interessante, realmente enganava, os olhos viam um cannoli doce, mas era de fato uma tortilla, recheada de carne e coberta com chantilly de queijo e mole poblano, molho escuro típico mexicano feito com sementes de cacau (resolvi finalmente acionar o flash...)
8. HAPPY face
Mousse de maracujá com chocolate, calda de frutas vermelhas e umas nuts moídas.
9. CORN cake
Um bolinho de milho bem saboroso, não me lembro o sabor da espuma, da geléia e das nuts...
10. MILK CHOCOLATE forms
Era um combinado de três sobremesas, muito legal. O primeiro era um mini-cheeseburger feito de macarons no lugar do pão, hamburger de chocolate, queijo de banana, ketchup de geléia e alface... de verdade. O segundo era algo relacionado a uma mousse de chocolate (não lembro bem) e o terceiro um ACME S’mores. (Obs. este exige uma explicação: s’more é o doce servido nos EUA e no Canadá nos acampamentos ou encontros em volta da fogueira. É um marshmallow derretido no fogo que é então colocado entre duas bolachas Graham crackers barradas de chocolate. ACME vocês lembram, são aqueles produtos que apareciam nos desenhos animados do Looney Tunes). Ou seja, nosso ACME s’more era uma bomba (igual de desenho animado do Pernalonga e do Pica-pau mesmo) feita de chocolate, com recheio de bolacha líquida e pavio de marshmallow, que o garçom acendia assim que a bomba chega à mesa. Uma delícia para encerrar a noite!! As duas últimas fotos abaixo não são minhas, são emprestadas daqui e daqui.
Se alguém se interessar em saber mais, esta é uma apresentação do Moto narrada pelo próprio Homaro Cantu no You Tube.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Bolo de abóbora com coco para um Halloween tropical
Por Luciana Betenson
Esta receita é da minha mãe!! :-) É feita na casa dela há muitos anos já, tem gente do grupo de Amigos do Rosmarino e Prezzemolo que certamente já a experimentou. Não sei dizer, e acho que nem ela sabe, de onde surgiu a receita. Mas que é uma delícia e faz sucesso, isto faz.
Achei a escolha perfeita para comemorar nosso Halloween tropical, já que neste bolo vai a abóbora tão típica dos doces da época da Festa das Bruxas, mas com o toque brasileiríssimo do coco.
É um bolo denso, bem molhadinho, quase uma torta mesmo, pois é feito com o doce de abóbora com coco caseiro. Uma parte do doce é separada para fazer a cobertura e o restante vai na mistura do bolo. Fiz apenas duas modificações na receita original: primeiro, preparei o doce de abóbora com coco na panela de pressão, como me ensinou a Dri, minha sócia de blog. Facilita muito! Segundo, pus menos queijo parmesão ralado, pois não gosto de doces onde ele aparece de forma acentuada. Mas fica ao critério de cada um.
Bolo de abóbora com coco
1 kg de abóbora para doce descascada e cortada em cubos
1 coco fresco ralado
½ kg de açúcar
10 cravos
1 pau de canela
1 col (sopa) rasa de manteiga
50 g de queijo parmesão ralado (coloquei duas colheres de sopa rasas)
6 colheres (sopa) cheias de farinha de trigo
1 col (sopa) rasa de fermento em pó
5 ovos
1 xíc (café) de leite
1 xíc (café) de açúcar
Primeiro, fazer o doce de abóbora com coco: levar à panela de pressão a abóbora, o coco ralado, o ½ kg de açúcar, o cravo e a canela. Tampar e levar ao fogo baixo. Contar 15 minutos depois que começar a ferver e então desligar. A minha panela de pressão é ultra-mega-blaster, portanto muito rápida, na panela da Adriana leva 25 minutos depois de ferver. Quando o doce esfriar, tirar a canela e os cravos e bater o doce no liquidificador. Separar uma xícara de chá deste doce para a cobertura do bolo. Claro que se você acha uma 'heresia' a panela de pressão, pode preparar o doce de abóbora à sua maneira, 'no braço e no tacho de cobre' mesmo :-)
Aquecer o forno a 180 ºC. Fazer a massa: bater na batedeira os ovos e quando estiverem branquinhos juntar a manteiga, o queijo parmesão ralado, a farinha de trigo e o fermento. Parar de bater e misturar o doce de abóbora à massa. Untar e enfarinhar uma forma redonda de 25 cm e colocar nela a massa. Levar ao forno por 30 a 40 minutos. Esperar esfriar e desenformar. Enquanto o bolo esfria, fazer a cobertura: levar ao fogo o doce de abóbora e coco separado com o leite e o restante do açúcar. Mexer até engrossar. Colocar sobre o bolo.
É tão bããão este bolo gente.... :-p
terça-feira, 27 de outubro de 2009
O bobó de camarão da Carla
A Carla Correa da Silva é uma das leitoras que mais faz as nossas receitas! Porém, desta vez, ela nos manda uma receita dela que é deliciosa e fácil de fazer.
"Lu, esta receita eu achei em um folheto de propaganda da coleção Cozinha Regional Brasileira, que veio em uma revista feminina. Acordei no sábado passado às sete da manhã e pus mãos à obra! Afinal, precisava caprichar no almoço em que estava (quase) toda a família reunida. Deu tempo de fazer a receita e ainda sair para bater perna com a filha e tomar café com as amigas, pois a receita é fácil de fazer. E ficou delicioso!! Dá para seis pessoas comerem numa boa. Façam que é ótimo!"
Bobó de Camarão
Creme de Aipim:
½ kg de cebolas picadas
½ kg de tomates maduros firmes e picados
1 pimentão verde picado
2 colheres (sopa) de coentro picado
½ kg de aipim descascado, cozido e passado no processador (até virar um creme - eu coloquei um pouco de água pois estava difícil de bater)
1 xícara (chá) de azeite de oliva
500 ml de leite de coco
Misture em uma panela a cebola, o tomate, o pimentão, o coentro e o creme de aipim. Leve ao fogo alto e adicione o azeite e o leite de coco, mexendo sempre para não grudar no fundo da panela. Cozinhe por 10 minutos, sem parar de mexer.
Ensopado de Camarão:
2 kg de camarão grande
1 dente de alho picado
½ colher (sopa) de sal
1 colher (sopa) de coentro picado
2 tomates maduros e picados
2 cebolas médias picadas
½ pimentão verde picado
1/3 xícara (chá) de azeite de oliva
500 ml de leite de coco
1 colher (sopa) de azeite de dendê
pimenta a gosto
Em uma panela funda, coloque os camarões, o alho, o sal, o coentro, os tomates, as cebolas, o pimentão e o azeite de oliva e leve ao fogo. Adicione o leite de coco aos poucos. Deixe cozinhando em fogo alto por 5 minutos e sem parar de mexer.
Junte o creme de aipim e deixe cozinhar por mais 5 minutos, misturando bem. Antes de desligar o fogo, acrescente o azeite de dendê e mexa. Sirva bem quente com arroz branco.
"Lu, esta receita eu achei em um folheto de propaganda da coleção Cozinha Regional Brasileira, que veio em uma revista feminina. Acordei no sábado passado às sete da manhã e pus mãos à obra! Afinal, precisava caprichar no almoço em que estava (quase) toda a família reunida. Deu tempo de fazer a receita e ainda sair para bater perna com a filha e tomar café com as amigas, pois a receita é fácil de fazer. E ficou delicioso!! Dá para seis pessoas comerem numa boa. Façam que é ótimo!"
Bobó de Camarão
Creme de Aipim:
½ kg de cebolas picadas
½ kg de tomates maduros firmes e picados
1 pimentão verde picado
2 colheres (sopa) de coentro picado
½ kg de aipim descascado, cozido e passado no processador (até virar um creme - eu coloquei um pouco de água pois estava difícil de bater)
1 xícara (chá) de azeite de oliva
500 ml de leite de coco
Misture em uma panela a cebola, o tomate, o pimentão, o coentro e o creme de aipim. Leve ao fogo alto e adicione o azeite e o leite de coco, mexendo sempre para não grudar no fundo da panela. Cozinhe por 10 minutos, sem parar de mexer.
Ensopado de Camarão:
2 kg de camarão grande
1 dente de alho picado
½ colher (sopa) de sal
1 colher (sopa) de coentro picado
2 tomates maduros e picados
2 cebolas médias picadas
½ pimentão verde picado
1/3 xícara (chá) de azeite de oliva
500 ml de leite de coco
1 colher (sopa) de azeite de dendê
pimenta a gosto
Em uma panela funda, coloque os camarões, o alho, o sal, o coentro, os tomates, as cebolas, o pimentão e o azeite de oliva e leve ao fogo. Adicione o leite de coco aos poucos. Deixe cozinhando em fogo alto por 5 minutos e sem parar de mexer.
Junte o creme de aipim e deixe cozinhar por mais 5 minutos, misturando bem. Antes de desligar o fogo, acrescente o azeite de dendê e mexa. Sirva bem quente com arroz branco.
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